Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Pura visão
Beleza que aos olhos alheios
Desflora o peito
Entrega o coração
Carrega tanto de si
Oferece tudo o que tem
E, solicitada
Não dá nada...por bem!
Sente como todos
Sentirá mais…ou não
Busca em cada gesto
Um estender de mão
Negam-lhe a verdade
A palavra…pura ilusão
Renasce a cada dia
Sonha uma só paixão
Vagos são os olhos
Que cumprem a missão
Com ternura olhando
A Pura Visão…
Fazemos um pacto:
Trazemos o bem alvitado
pele demência de alguns
E reconstruímos este mundo
Em que escrevemos
E as visões amargas
possam ser esquecidas...
Mas para esquecer,
é necessário não ver
Nem na mente
nem na escrita
à nossa frente.
Se se vê, a amargura
se acende
e não deve acender.
Apagar para sempre,
Isso sim!...
Linda, a forma romântica e sensual como escreves.
Beijos da amiga,
Maria Luísa
De
MIGUXA a 6 de Dezembro de 2009 às 18:39
Maria Luísa,
É Bruta
Dura
Amarga
A amargura
Mas ainda que não queiras
Encontra-la na rua
Olhar
atrás de olhar
fica na retina
A tristeza a amargar
num rosto de menina
Beijos amiga
Margarida
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