
Estamos, a passo acelerado,
A entrar na época natalícia.
O frenesim,
A loucura desmedida
A compra dos presentes tão esperados,
O vaivém ininterrupto, casa shopping casa,
A mesa de Natal
Tão cheia e tão vazia...
A meia-noite, a ceia,
Castelo de ilusões criado à volta deste acontecimento,
E, afinal, nada...
Procuro, determinada, encontrar o por quê...
Não encontro razão, apenas o vazio...
Lembro-te com saudade doída, minha doce figura...
Ano após ano, os teus olhos rasos de água, indicavam o desfecho...
Alegria incontida, numa alma tão dorida...
É o que lembro doce mãe...
Natal é Nascimento
Nunca poderia ter sido morte...
De
carlos a 10 de Dezembro de 2008 às 17:47
Minha querida amiga!
Este teu texto mexeu comigo, senti a tua dor, a tua saudade...pudera eu fazer algo...
O amor de mãe e filha é mais forte que o tempo. Ele sim pode atravessar a imensidão do espaço e transcender os limites da vida. Ele perdurará enquanto as vossas almas existirem...
"A vida não passa de uma oportunidade de encontro; só depois da morte se dá a junção; os corpos apenas têm o abraço, as almas têm o enlace."
Victor Hugo
Um grande e apertado abraço como se abraçasse o mundo!
De
MIGUXA a 10 de Dezembro de 2008 às 18:10
Meu doce amigo,
Obrigada e, para ti, um Feliz Natal.
Jinhos com carinho
Margarida
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