Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

TERNO CATIVEIRO

 

 

 

Prisioneiro,

 

Palpitante entre grades

Coração amante inteiro

Devorado pela paixão

Libertá-lo só tu sabes

 

Liberdade,

 

Terna de sobremaneira

Alma ansiosa que reclama

Cada momento ser prisioneira

 

Revelar,

 

Como é bom poder cantar

Tendo na mão o segredo

De amar até no degredo

 

 

publicado por MIGUXA às 15:00
link do post | favorito
De noitesemfim a 20 de Outubro de 2009 às 21:36
Fui prisioneiro de mim próprio, um dia
Noutro, quebrei grilhetas e gritei
Dei asas ao coração como podia
Entreguei-me ao amor, amei

Gostei muito do teu poema e como não gostar?
Um beijo
De MIGUXA a 21 de Outubro de 2009 às 12:22
Prisioneiro do amor te tornaste
E receoso do cativeiro,
Estou livre!!! -- gritaste
Choras a hora da libertação
Já que o engano mantém cativo
O teu coração...

São lindos os teus versos, João

Sê feliz
Beijo
Margarida
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